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Passivos fazendo sexo anal ao vivo na webcam

O termo passivo, também por vezes submisso ou bottom, é uma expressão que, na gíria homossexual, se refere à posição do indivíduo que é penetrado anal ou oralmente por outro, sendo este último denominado de ativo.

Independentemente da categorização na orientação sexual, pode ser considerado passivo quem escolher por relaxar ou ter uma participação mais tranquila durante a relação físico-sexual, sendo o ativo que predominantemente toma o controle durante a atividade sexual.

Na prática BDSM, seja de categorização homossexual ou heterossexual o termo se aplica a pessoas envolvidas no papel submisso. Em inglês o termo "Bottom" é usado em referência ao passivo, e "Top" para ativo, enquanto que no linguajar da sexologia ou jargão da psicologia, a terminologia "receptivo" e "insertivo" também possa ser por vezes usada para passivo e ativo respectivamente, uma vez que são termos derivados dos verbos receber e inserir aludindo aos papéis sexuais.

Sexo virtual na webcam com homens passivos

Um estudo recente aponta que ter preferência por ser passivo durante o sexo pode ser mais biológico do que o imaginado. Pesquisadores da Universidade de Toronto foram a eventos voltados para o público LGBT e entrevistaram mais de 240 homens gays a respeito de suas preferências em relação a papéis sexuais. Além disso, também fizeram perguntas sobre seus irmãos, se eram destros ou canhotos e sobre o quanto eles se adequam ao próprio gênero durante a infância.

O homem que penetrava não perdia o status de macho, inclusive em algumas situações tal fato era uma prova de sua virilidade. A partir dos anos 80, com a popularização dos discursos científicos oriundos da Europa, uma nova concepção de sexualidade ganha amplitude no Brasil, em que os sujeitos não são mais divididos em machos e bichas, em heterossexuais e homossexuais, sendo que os heterossexuais são os que desejam e mantém práticas sexuais com o sexo oposto, enquanto os homossexuais com o mesmo sexo.

Uma concepção não substitui a outra e, embora a segunda passe a ter mais força, as duas continuam operando no Brasil. É comum ouvir casos de homens considerados heterossexuais que penetram outros homens, isto é, de alguma forma, nossa cultura mantém uma certa permissividade ao homem considerado heterossexual penetrar um outro homem, desde que não tenha ocorrido algum envolvimento emocional e afetivo e os atos não tenham sido sistemáticos (constantes).

Esse tipo de homem, heterossexual, masculinizado, foi e é considerado o ápice do desejo de muitos homossexuais, símbolo de uma masculinidade verdadeira e autêntica. Não obstante era preciso que, além de masculinizado, esse homem fosse ativo, isto é, um “comedor”, mas eis que agora começa a surgir uma categoria de sujeitos que se dizem heterossexuais passivos.

Quem é esse homem hétero-passivo? São homens que se identificam com a heterossexualidade (evidente), mantém relações afetivossexuais com mulheres (essas relações podem ser através de vínculos matrimoniais ou casuais, com ou sem vínculo afetivo), rejeitam qualquer traço de feminilidade em si ou nos parceiros, sentem prazer penetrando mulheres, mas nas relações com homens querem ser penetrados.

Os heterossexuais passivos não penetram homens, são sempre penetrados. Os que mantèm relações sexuais penetrando e sendo penetrados por outros homens se denominam de heterossexuais versáteis, que é uma categoria bem mais comum.

Quando o assunto é sexo, não há regras. Cada um tem a sua preferência: alguns gostam de ser só passivos (serem penetrados), outros só ativos (penetrar) e há quem curta atuar nos dois papeis. Não gosto da ideia de estereótipos: acho que cada um deve ser o que quiser, livre de rótulos. Porém, entender o papel preferido na cama é também entender que tipo de expectativa esperar do parceiro.

Quem dera todos gostassem de tudo. Se você se encaixa nesse abençoado grupo, levante as mãos para o céu e agradeça. Meus amigos falam que a vida é bem mais fácil para os versáteis. E é verdade. Os versáteis, quando são verdadeiramente versáteis, paqueram sem preocupação. Eles se permitem conhecer pessoas sem as neuras da hora “H”. Assumem a posição que mais convém no momento e mandam ver, tudo sem nenhum tipo de constrangimento.

Mas, apesar de curtirem as duas posições, se reservam ao direito de ter o seu biótipo preferencial, aliás, como todos os outros. Uns preferem estar no controle da transa, outros sendo controlados. E essa preferência pode variar de acordo com o tamanho do parceiro. Alguns versáteis alternam sua posição dependendo de quanto mede o boy. Se ele é mais baixo, preferem ser ativos.

Se é mais alto, se viram logo e se tornam passivo. Agora, se você pensa que o prazer do ativo vem apenas da penetração, está enganado. O prazer do ativo vem também da sensação de dominação do companheiro. Da mesma forma, o passivo não se excita só com a ideia de ser penetrado, mas sim de ser dominado.

E o contrário também pode ser verdade: passivos dominantes, ativos submissos. Por que não? Tudo bem, tudo normal. Ver a questão da preferência sexual apenas pela lógica de penetrar e ser penetrado é totalmente simplista e errôneo. Afinal, todos os homens possuem zonas erógenas tanto no ânus quanto no pênis.

A preferência sexual tem a ver muito mais com fatores psicológicos de prazer do que puramente biológicos, embora os dois estejam intimamente ligados. Conheço vários gays passivos que nunca foram ativos e falam que nunca vão ser. Eles simplesmente não se imaginam “comendo” alguém, se sentem estimulados apenas em ser penetrados e têm isso muito claro para si.

Contudo, sei que essa não é a realidade de todos os gays. Muitos homossexuais não gostam de ser assumir passivo por completo para não serem taxados de afeminados ou menininhas da relação. O que é uma grande besteira! Ser ativo não faz de você mais másculo. E, acredite, nem todos os afeminados são passivos. 

Da mesma forma, nem todos os “machões” são ativos. Você se surpreenderia com a quantidade de gays bem discretos por aí, com pinta de hétero, que na hora H viram de bundinha. Ativos e passivos se complementam. Aliás, uma prática não existe sem a outra. Já pensou nisso?